ING - Regresso ao sector da banca começa com análise ao Benchmark

Terminada a análise ao sector energético (e o jogo do Benfica), é tempo de olharmos agora para o sector bancário. O ING, que é o nosso benchmark para este sector, continua em esforço para reverter a tendência descendente que o acompanha. Vai já com 38% de subida desde mínimos, dos quais 23% desde a activação do duplo fundo que deu origem à inversão de tendência. Parece, contudo, que a resistência agora encontrada pode dar algum trabalho para ultrapassar. Diria, pela reacção, que será possível uma retracção um pouco mais prolongada até à zona dos 10,5€. Não será, ainda assim, expectavelmente suficiente para gerar uma inversão definitiva de tendência. Se tivesse de adivinhar, diria que a cotação irá retrair um pouco mais de forma a gerar um novo mínimo relativo, para depois ultrapassar em alta a resistência.

O gráfico horário confirma a minha preocupação de curto prazo, pois foi já activado um topo arredondado e tudo aponta para uma continuação da retracção pelo menos até à marca da projecção (10,78), que é também uma zona de suporte. Mesmo que este suporte quebre, o que até acaba por ser de certa forma provável, não significará que estamos perante uma reversão de médio prazo. Apesar de não conseguir indicar para já que valor teria de ser quebrado para se inverter esta tendência (pela ausência de referências sólidas de negociação), mesmo num cenário muito negativista (que não é o caso, ao que tudo indica) o título deverá fazer um higher-low com reacção ascendente antes de quebrar em baixa. Fica, por isso, a nota: dada a tendência de médio prazo, a melhor forma de abordar este título poderá ser através de uma entrada quando for activado um padrão de inversão no gráfico horário. E essa activação há-de muito provavelmente surgir.



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