A UNG será a última posição da carteira relacionada com a energia. Daqui em diante, apenas poderão entrar novas empresas do ramo energético por troca directa ou após encerramento de posição. Para além do momentum que parecem estar a ganhar, o que mais me cativa nas empresas energéticas é o seu correcto comportamento técnico. Repare-se como a LTd vinha a pautar a descida das cotações com rigor, e como a sua quebra e reteste aconteceram de forma quase perfeita.
Mas existe um outro factor a ter em conta, este sim, o verdadeiro motivo da entrada. O volume tem vindo a aumentar de forma incrível, um aumento superior a 500% nestas últimas semanas, quando comparado com o volume médio anterior. É algo que não pode ser ignorado, especialmente porque está associado à inversão de uma tendência principal. Se tivermos em conta que o volume na subida da maior parte das empresas tem sido bastante modesto, podemos partir do princípio que o smart money está a entrar em grande força aqui.
O objectivo será manter o título em carteira até uma eventual quebra do mínimo relativo. Stop-loss fica nos 13,20 dólares

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